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Mar
10

Resposta da Agência Nacional para o Programa "Juventude em Acção"

Fica a resposta que nos chegou hoje da Agência Nacional para o Programa "Juventude em Acção", (ANPJA) relativa à seguinte solicitação:

Exmos. Srs. Agência Nacional para o Programa Juventude em Acção,

Vem a associação Dínamo, por este meio, solicitar-Vos esclarecimentos adicionais para os motivos que levaram a candidatura à acção 1.2 "Active Schools - Youth Exchange" a não ser classificada para beneficiar de fundos do Programa. O round em que a candidatura foi o de Setembro de 2008. O ofício que a Dínamo recebeu tem a referência Of. Nº 1621/08 e data de 27 de Outubro de 2008.

Este ofício poderá ser encontrado no seguinte link:


A candidatura pode ser encontrada no seguinte link:


Mais informações sobre a Dínamo poderão ser encontradas em: dinamo.pt

Muito obrigado pela atenção.

Atenciosamente,
Sérgio Xavier
(Pres. Dir. Dínamo)

A resposta:

Exmos. Srs.,

Serve o presente para enviar os esclarecimentos adicionais solicitados relativamente aos fundamentos para a não – aprovação do vosso projecto. Realço que os pontos indicados no Ofício de Reprovação como motivos da não aprovação são os mesmos que passamos a explicar. Estes ítens devem ser vistos como indicações/sugestões para melhorar a candidatura e submetê-la numa outra deadline.

a) os Projectos das Iniciativas de Jovens tem obrigatoriamente três fases, nomeadamente a fase de preparação, fase de implementação da(s) actividade(s) e a fase de avaliação e a duração dos projectos tem que contemplar estas três fases. Esta é uma regra que consta do Guia do Programa e que efectivamente não foi cumprida. O projecto já estava da decorrer desde Julho de 2008 e pela calendarização, em Dezembro de 2008 (data de início do projecto que constava na candidatura) já se realizou a fase de preparação e já começou a fase de implementação o que contraria tal como acima mencionado, as regras do Programa. Devo dizer que este foi o principal motivo da não aprovação do projecto.

b) programa de actividades mais claro e bem estruturado – referem-se constantemente a iniciativas passados, o que de algum modo é confuso, pois a linha torna-se muito ténue entre o que já foi realizado e o que pretendem realizar.

c) maior envolvimento dos parceiros em todas as fases do projecto – significa isto que deverá haver uma estreita cooperação entre os diversos promotores do projecto, um forte empenho dos mesmos na concretização dos objectivos a que se propõem. Por outro lado, terá que haver uma definição clara e conjuntamente acordada dos papéis e tarefas de cada um dos promotores; deverá haver uma clara definição de tarefas, de responsabilidades entre todos os intervenientes e ao longo de todo o período de duração do projecto.

d) impacto junto dos jovens e das comunidades locais – o projecto deve ter uma abrangência tal que não se limite apenas aos participantes, mas que se estenda também à comunidade local e que se perpetue na tempo.

e) dimensão europeia e dimensão intercultural – as Iniciativas Jovens deverão contribuir para o processo educativo dos jovens e, ao mesmo tempo, sensibilizá-los para o contexto europeu/internacional em que vivem e deverão também ajudar a prevenir e combater o preconceito, o racismo, bem como todas as atitudes que levem à exclusão social e, ao mesmo tempo, desenvolver o sentido de tolerância e compreensão da diversidade.

A aprovação de uns projectos e reprovação de outros prende-se, única e exclusivamente, com a qualidade dos mesmos e não com outro qualquer critério de avaliação que, de alguma forma, pudesse sugerir alguma subjectividade ou discricionariedade por parte de quem faz esta avaliação.

À parte este critério qualitativo, apenas o critério financeiro - falta de verba suficiente em cada round de selecção para aprovação de todos os projectos -  justifica a aprovação de uns e reprovação de outros de qualidade semelhante

Tal como combinado, ficam aqui alguns esclarecimentos que poderão ser analisados na reunião que será proximamente agendada, a realizar em Lisboa com a presença do Presidente da Dínamo, Sérgio Xavier, e comigo própria, Joana Lima, coordenadora nacional da Acção 1.2 Iniciativas de Jovens.

Com os melhores cumprimentos,

Joana Lima

(Agência Nacional para o Programa Juventude em Acção)

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Fica também uma fotografia do evento que desencadeou este pedido de esclarecimentos: Fórum para a Inclusão Social, no IPJ de Moscavide. Como já foi aqui referido, «o ASYE foi considerado de forma unânime como um projecto que vai "ao encontro das prioridades do programa", "brilhante", "muito interessante" e "uma abordagem inteligente".»

A fotografia foi-nos gentilmente cedida pela ANPJA.

Fórum Inclusão Social, IPJ, Moscavide
(clicar na imagem para visualizar)

 

A Dínamo e a sua estratégia Sintra também é Tua! contaram, no triênio 2011-2013, com o apoio fundamental da  Fundação Calouste Gulbenkian.